Homenagem a Gaia

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Silêncio.
É a Mãe que fala.
Através dos poros.

Escuta.
É a força que cala
E ajunta os povos.

Ouve.
O zunido desse nada
Que equilibra os pólos.

Cantando,
Embala seus filhos
Na rede desse chão.

Lugar onde nada se perde
E tudo se devora.
Onde o suor se rende
A toda hora.

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