Qualquer Coincidência é Mera Realidade

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Reino de titãs; nefilins; golfinhos mágicos; reptilianos; sereias encantadas; sílfides dançarinas; armadilhas genéticas e guerra nas estrelas.

Cada vez me convenço mais e mais que, enquanto os adultos brincam de ser sérios, mergulhados nas ficções do mundo moderno, as crianças manuseiam livremente as verdades da criação.

Não há nada mais real do que a ilusão, e nada mais ilusório do que a realidade.

A consciência é a nossa grande mãe – o poder feminino da criação. Ela não pode ser aprisionada, nem mesmo nos limites dualistas de um cérebro pouco explorado que se limita a analisar o horizonte sob a ótica de valores opostos. Que se limita a sair de si, a conhecer, porém sem se reconhecer.

Ela quer sair, ela é livre, e ela se dilata para receber o que vem, e ser fecundada.

Para sair, no entanto, é preciso voltar-se para dentro, mais do que nunca. O movimento é centrípeto.

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  1. Anjo, fez um paralelo entre fantasia e realidade, deixa, ver se entendi o que , quis dizer dentro de minha limitação.O ser humano ,isto é ,adultos manuseiam pouco esses principios porque se prendem ao dualismo,no entanto ,deveriam voltar para si mesmo atraves do autoconhecimento? Se não for esclareça-me

    abs

    Lucia

  2. Cara Lúcia, Esse fim de tarde chuvoso no Rio é inspirador para escrever… Eu quis dizer que as brincadeiras infantis e seus joguinhos revelam segredos REAIS da criação: guerras nas estrelas; dinossauros; seres encantados etc. Tudo isso é muito real. Já os adultos se perdem nas fantasias do tal mundo “normal”, e levam a sério o que é tão efêmero quanto uma crença, e que vira pó em pouco tempo: carreira; dinheiro; ilusões do poder sobre os outros etc; e ainda acham que as crianças é que viajam demais na imaginação. Essa é uma grande ironia da nossa sociedade!
    Quando falei de consciência, fui um pouco além. O tal do poder feminino, que foi reprimido, subtraído e amarrado, é a consciência do ser humano. A consciência é a que cria: sem ela nada pode existir. A nossa tem sido limitada há milênios na dualidade e sua logica binária (noção de bem e mal, precisamente situada em pontos específicos da nossa testa). Mas isso era tema de um outro post… Fica pra próxima, mas você já soube de antemão! Beijo e escreva sempre, Cintia

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